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STOCKS ou
excesso de materiais no estaleiro de obras, os
quais representam capital imobilizado, perdas de
material, obstrução de áreas produtivas gerando
outros desperdícios e aumento dos custos de
armazenagem;
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PROCESSOS E
ACTIVIDADES DESNECESSÁRIOS originam maiores
tempos de execução das actividades, problemas
com dimensionamento da mão-de-obra e custos
gerais das operações. Associados a estes,
resultam ainda problemas de comunicação, falta
de definição das responsabilidades e prazos e
excesso de relatórios (paperwork),
sistemas e duplicação de informação;
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TEMPOS DE ESPERA
(por ferramentas ou equipamentos, por material,
pela conclusão de uma actividade e por outro
colaborador com actividade paralela ou em
sequência) leva ao prolongamento do tempo de
execução dos serviços, atrasos no cronograma
geral da obra e das actividades intermediárias e
o aumento de custos;
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MOVIMENTAÇÕES
desnecessárias ou em excesso originam longas
caminhadas para buscar ferramentas ou meios
produtivos, excessivo deslocamento entre etapas
de trabalho e transportes de materiais e meios
de forma indevida;
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DEFEITOS OU
FALHAS causam retrabalhos em excesso, baixa
produtividade, aumento das despesas com pessoal
e materiais, risco do não-atendimento das
expectativas do cliente e atrasos nos prazos do
cronograma da obra;
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TRANSPORTES
desnecessários ou em excesso levam ao
deslocamento de ferramentas, materiais e
equipamentos sem necessidade, atrasos nas
actividades intermediárias e insatisfação dos
colaboradores;
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DESPERDÍCIOS COM
“ÁREA OU LAYOUT” também devem ser levados em
consideração, pois a utilização inadequada de
locais de trabalho, layouts mal definidos
leva a percursos exagerados, equipamentos e
ferramentas mal usados, aumentos de stocks,
acidentes e proliferação de outras actividades
que não agregam valor;
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ATRASOS NA
ENTREGA DA OBRAS E/OU VARIAÇÕES DE PRAZOS no
cronograma durante a evolução da obra. Estes
estão na origem da redução de margens,
insatisfação (ou perda) de clientes,
penalizações e insatisfação dos colaboradores.